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16/06 a 31/08 - Seminário Virtual da Mulher: Educação, Cultura e Ciência

por Comunicação Social da Reitoria publicado 12/06/2020 12h34, última modificação 03/08/2020 11h38
Evento será realizado de junho a agosto de 2020, por meio de webconferências e lives no Instagram.
Quando 16/06/2020 17h00
até
31/08/2020 19h00
Onde Online
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 Evento será realizado por meio de webconferências e lives no Instagram (Arte: Ana Carolina Cruz)

 Potencializar a articulação e a realização de estudos e debates sobre gênero, promovendo a igualdade de direitos, responsabilidades e oportunidades, visando à garantia da participação efetiva das mulheres e dos movimentos LGBTQI+ no campo das ciências e na carreira acadêmica. Essa é a proposta do Seminário Virtual da Mulher: Educação, Cultura e Ciência, que será promovido pelo Instituto Federal Fluminense, de 16 junho a 31 de agosto de 2020. 

 Ao longo da programação do evento, um programa educativo de encontros online, com foco na mulher e na diversidade, serão discutidas diferentes temáticas como a violência contra a mulher; assédio; sexualidade; saúde mental; invisibilidade das mulheres com deficiência; política e movimentos sociais; entre outros assuntos. Os encontros serão realizados por meio de webconferências pelo IFF Tube e pelo Google Meet, além de lives nos canais dos Núcleos de Estudos sobre Gênero, Diversidade e Sexualidade (Nugedis) dos campi do IFF, no Instagram. A programação, com os endereços dos links para participação do público, está disponível no Portal de Eventos do IFFluminense.

 De acordo com a coordenadora geral do Seminário, Manuela Nogueira, que também é professora e coordenadora do Nugedis do Campus Cambuci, as temáticas foram escolhidas pensando nas questões mais emergentes neste momento de pandemia da Covid-19 e envolvem todos os processos de lutas, conquista de direitos, enfrentamentos, emancipação e liberdade nos campos da Educação, Cultura e Ciência.

 “Estamos vendo a violência doméstica aumentar muito neste período. Esse fato não está ocorrendo por uma eventualidade, mas porque apresenta raízes profundas em nossa sociedade, que foi e ainda é patriarcal e machista. O espaço público, até pouco tempo, sempre foi relegado aos homens e quando a mulher conquista o direito de sair de casa, de votar, exercer cargos de liderança e ter maior autonomia sobre seu corpo, emergem daí os conflitos nas relações de poder. A mulher que desafia o sistema e os dispositivos opressores sofre violências diversas, mas aos poucos amplia seus espaços e ganha voz”, ressalta Manuela. 

 

 


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