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Recepcionista é elo forte da solidariedade no Campus Campos Centro

Vestindo o próximo

Engajado, exemplo de cidadania e de superação, jovem faz a ponte entre os que necessitam e os que podem ajudar com alguma coisa.
por Chaeny de Abreu - Bolsista de Letras publicado 17/08/2018 14h36, última modificação 20/08/2018 17h23
Exibir carrossel de imagens Bruno tem planos de formalizar apoio com instituições e ampliar a rede solidária (Fotos: Raphaella Cordeiro)

Bruno tem planos de formalizar apoio com instituições e ampliar a rede solidária (Fotos: Raphaella Cordeiro)

Bruno Mendes Silva é recepcionista terceirizado da empresa Ferthymar no Campus Campos Centro do IFF. Ele antes ocupava o mesmo cargo na UENF, lugar onde há mais de dois anos começou a campanha de arrecadação de agasalhos que veio a ser um sucesso. Ao ser remanejado para o IFF, resolveu tentar manter a campanha no instituto e já permanece firme há um ano e meio.

"Trouxe a  ideia de trazer a arrecadação para cá também. Peguei as autorizações que precisava, com o então diretor geral, Jefferson Azevedo, o atual diretor adjunto, Romário Mota, e coloquei a caixinha disponível para doações", diz Bruno, que revela sempre ter gostado de ajudar aos outros e se sente recompensado em poder servir.

Solidariedade Integrada - Para fortalecer a campanha, o recepcionista resolveu por conta própria articular vínculos com amigos presentes em outras instituições como a SICOOB Norte Fluminense, Associação Adventista (ASA), abrigo Aconchego de Guarus e até no Exército Brasileiro. São pessoas que ajudam em campanhas com a troca de mantimentos para atender demandas de diferentes locais. "Quando eles precisam de mantas de frio para doar e eu tenho mais, eles me ligam e se tiver como atendê-los aviso para buscar, vice-versa. Então há uma corrente, um fortalece o outro.", ilustra.

Segundo Bruno, o engajamento do público com a campanha é satisfatório e atende muitas pessoas, com a participação de alunos, servidores e até alguns visitantes. "Toda semana tenho que recolher algumas coisas da doação para não acumularem. Vejo que às vezes o público de fora quando vem para eventos, passa aqui depois pra fazer doação", destaca o jovem, para quem a solidariedade é um valor forte:

- Eu costumo dizer que o meu objetivo de ficar rico um dia é poder ajudar bastante pessoas. Eu só quero ter o suficiente pra me manter e ter uma vida boa. Não penso em luxo, carros e mansões. Se eu ganhar o equivalente e sobrando, com certeza muitas pessoas serão ajudadas.