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Sala Verde ganha status de laboratório e mostra serviço com muita pesquisa

Ciência

Espaço promove discussões científicas, criações de artigos, monografias, projetos e trabalhos relacionados às questões ambientais.
por Comunicação Social do Campus Campos Centro publicado 30/11/2018 16h33, última modificação 04/12/2018 12h15
Parte do time da Sala: José Maria, Umbelino e  estudantes pesquisadores (Foto: Raphaella Cordeiro)

Parte do time da Sala: José Maria, Umbelino e estudantes pesquisadores (Foto: Raphaella Cordeiro)

 “A Sala Verde é uma espécie de biblioteca com vida”, diz Luís Felipe Umbelino dos Santos, um dos coordenadores do grupo de extensão que conquistou status de laboratório, devido à abrangência de atuações que oferece. O laboratório também auxilia professores do campus, como ocorreu no sábado, 24 de novembro: "Um professor de Geografia pediu ajuda em um trabalho de campo, na Lagoa de Cima, para reproduzir um trabalho que já tinha sido aplicado pela Sala Verde. De vez em quando, ajudamos na matéria de Umbelino também, a Geomorfologia”, afirma José Maria Miro.

Há 11 anos, a Sala Verde foi criada – no mesmo período do Mestrado – com o intuito de atender às demandas da instituição e também externas. Além de Umbelino, professor de Geografia, o grupo é coordenado por Ricardo Pacheco Terra e José Maria. Atrelado ao Núcleo de Pesquisa e Gestão de Recursos Hídricos (NPGRH), atualmente o laboratório está situado no Bloco F, sala 208, e futuramente será estabelecido no novo bloco do Campus Campos Centro, o Bloco G.

“A inauguração da Sala Verde acontece com um evento que foi feito junto com o Mestrado, foi um Seminário que aconteceu simultaneamente entre Campos e Macaé. Estava no começo dessa ferramenta de videoconferência, então eu fiquei em Macaé e o pessoal ficou aqui com os alunos na aula inaugural. Este evento contou com a presença de uma representante do Ministério do Meio Ambiente”, conta Ricardo Terra.

Projetos - Um dos diversos projetos desenvolvidos pela Sala Verde é “O novo mapa da Região de São Tomé: Lagoas”. Criado em 2011, o projeto elabora representações do panorama da ecoregião de São Tomé e colabora com a criação de uma base de dados que auxilia na realização de mapeamentos geomorfológicos, ordenando e classificando lagoas. No total, eles analisaram 82 lagoas costeiras, desde o rio Itapemirim/ES até o rio Macaé/RJ.

“Nós ajudamos em projetos e Trabalhos de Conclusão de Cursos. Muitos projetos são realizados dentro da Sala Verde, então os alunos que participam aqui são desde os bolsistas, que estão no PIBID e extensão ou apoio tecnológico, como também os alunos que fazem trabalho de conclusão de curso e alunos de Mestrado. Sala Verde é, então, esse grande grupo que reúne alunos de diferentes níveis que trabalham com as temáticas propostas”, declara Umbelino.

José Maria enfatiza a participação da Sala Verde em eventos organizados por vários campi do IFF: “Uma característica do laboratório é que nós participamos de todos os eventos acadêmicos do IFF, é uma marca nossa. Submetemos trabalhos em diversos campi do IFF, como os de Itaperuna, Guarus, Cabo Frio, Santo Antônio de Pádua, entre outros. A partir do momento que o evento dá espaço para apresentação de trabalho de Geografia, Biologia ou Educação Ambiental, nós estaremos presentes.”