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Servidores de Maricá palestram em escolas públicas para o combate ao aedes aegypti

Zika Zero

Na mobilização nacional da Educação para o combate ao mosquito aedes aegypti, nesta sexta-feira, 19 de fevereiro, servidores do campus avançado Maricá visitam escolas municipais de Saquarema-RJ.
por Ascom Reitoria com Maricá publicado 19/02/2016 17h22, última modificação 22/02/2016 09h48
Exibir carrossel de imagens Os servidores conversaram com os estudantes sobre os riscos e formas de prevenção.

Os servidores conversaram com os estudantes sobre os riscos e formas de prevenção.

 A ação, que acontece em todo o país, visa à mobilização da comunidade escolar para práticas de eliminação dos focos do mosquito e conscientização para a importância da prevenção, em um esforço conjunto do governo federal, de estados e de municípios, além de instituições e organizações públicas e particulares.

 No IFFluminense, os campi realizam diversas ações para a mobilização e conscientização da comunidade interna e externa, para o combate à proliferação do mosquito. O campus Maricá cumpriu agenda importante no município de Saquarema-RJ com panfletagem e palestras em três escolas municipais.

 “Foi muito interessante o trabalho realizado. Conversamos com as crianças, orientando e passando informações por meio de dinâmicas, e foi gratificante ver que elas estavam com os conhecimentos na ponta da língua, que estavam colocando em prática dentro de casa, inclusive chamando a atenção dos pais. Foi muito bom saber que elas estão trabalhando junto com a gente”, destaca a coordenadora das ações de combate ao mosquito no campus e técnica em Enfermagem, Suzany Fernandes dos Anjos.

 Também participaram da ação a pedagoga Karem Muniz e o técnico em enfermagem Lennon Pontes. Eles estiveram nas Escolas Municipais Jardim Ipitangas, E.M. José Bandeira e E.M. Clotilde Oliveira Rodrigues, onde conversarem com os alunos sobre as ações preventivas no combate ao mosquito.

 “Trabalhamos bastante a necessidade de conscientização não só deles, mas como dos vizinhos também, cada um fazendo a sua parte. Além disso, reforçamos que, a cada ano que passa, o mosquito é vetor de uma nova doença, cada vez mais grave, e que, por isso, devemos acabar com o mosquito para ele não acabar com a gente”, finaliza Karem.