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Gestores participam de palestra sobre fomento à pesquisa

Ciência e Tecnologia

Atividade faz parte do Programa de Formação para Gestores.
por Comunicação Social da Reitoria publicado 03/10/2017 15h15, última modificação 04/10/2017 14h38
Exibir carrossel de imagens Encontro foi realizado no auditório da Reitoria.

Encontro foi realizado no auditório da Reitoria.

 Pró-reitores, diretores-gerais e diretores/coordenadores de Pesquisa e Extensão do Instituto Federal Fluminense participaram da palestra “O fomento à pesquisa por meio dos editais da Faperj”, ministrada por Thiago Renault, assessor técnico da Diretoria de Tecnologia de Inovação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj).

 O evento aconteceu na tarde de segunda-feira, 02 de outubro de 2017, no auditório da Reitoria, enquanto uma ação integrante do Programa de Formação para Gestores, promovido pela Escola de Formação Continuada dos Trabalhadores da Educação do IFFluminense. O objetivo foi apresentar aos participantes as oportunidades para o apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico, não apenas por meio da Faperj como também por outras instituições.

 De acordo com o diretor de Internacionalização e Inovação do IFF, Henrique da Hora, a ação foi válida. “Existem várias formas de buscar financiamento à pesquisa que não seja apenas por meio da instituição do pesquisador e, em um cenário de falta de recursos, é importante os gestores conhecerem e, principalmente, buscarem esses caminhos, levando esta realidade para suas comunidades nos campi”, ressalta.

 Presente na palestra, a diretora-geral do Campus Itaperuna, Michelle Maria Freitas Neto avalia como pertinente o tema abordado. “Apesar dos desafios para os próximos anos, conhecer e se apropriar dessas informações fortalece nossa instituição, e é importante a gente conseguir levar para o campus e disseminar isso para a comunidade”, acredita.

 Para o palestrante, o IFF alcançou um desenvolvimento robusto em um curto espaço de tempo, mas precisa se fazer conhecido. “Percebo um certo desconhecimento das pessoas sobre suas vocações. Acredito que o IFF está aquém do potencial que pode ocupar no espaço da ciência e tecnologia do estado do Rio de Janeiro, e seu principal gargalo é oxigenar seus espaços, trazer pessoas para a instituição e se fazer presente”, avalia Thiago.