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Projeto Nutriarte capacita mulheres para mercado de trabalho

por Comunicação Social do Campus Bom Jesus publicado 08/11/2016 13h39, última modificação 10/11/2016 18h01
Objetivo é que a capacitação possibilite o surgimento de nova fonte de renda para alunas egressas do programa Mulheres Mil.

 Curso é oferecido gratuitamente e espera-se que novas turmas sejam formadas para 2017.


 Os cinco diferentes tipos de bolo produzidos durante a última aula do projeto Nutriarte são resultado do esforço, dedicação e prazer das 24 alunas que planejam desenvolver o dom culinário e utilizá-lo como fonte de renda. Três aulas já foram ministradas, e o curso possui atividades programadas até meados de dezembro, incluindo, entre elas, a produção de pão de mel, goiabada cascão, entre outros.

 Uma das coordenadoras do projeto, a servidora Amanda Bastos, explica que os produtos foram escolhidos conforme a demanda do mercado, de modo que o aprendizado possa ser aplicado posteriormente como meio de obtenção de renda. “Também trabalhamos com os pedidos delas. Elas sentiram, por exemplo, a necessidade de aprender a fazer palmito em conserva, então planejamos uma aula extra para tratar do assunto”, acrescenta.

 Outro objetivo da iniciativa é trazer as alunas egressas do Mulheres Mil de volta ao campus. “Participar dessas oficinas e estar dentro do IFF traz para elas um sentimento de pertencimento que não conseguimos mensurar. Não seria a mesma coisa se realizássemos tudo o que vem sendo feito aqui, em outro lugar”, avalia o nutricionista Sidclei Rangel, que ministra as aulas. Mariza Souza reafirma essa importância: “tenho depressão, e estar aqui é uma terapia para mim. Aprendo muita coisa, faço amizades e, em breve, penso em fazer os produtos para vender na minha própria casa”, planeja.

 As atividades não terminam ao fim da aula. Elas têm, ainda, a responsabilidade de vender os produtos na feira de Bom Jesus do Norte – ES, e o dinheiro arrecadado é usado na compra de ingredientes para outras receitas. Essa é uma forma de estimular, também, o empreendedorismo. “É uma questão de autoconfiança. Em grupo, elas têm ideias, solucionam problemas, mas, quando voltam para sua rua, isso 'murcha'. Então queremos reacender, despertar nelas esse lado empreendedor”, acrescenta Sidclei.

 O projeto é vinculado à Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares do Instituto Federal Fluminense (ITCP/IFF). Também fazem parte da equipe responsável os servidores do Campus Bom Jesus do Itabapoana Paula Bastos, Carla Raggi, Sandra Gonçalves e Thaís Romano.

 

Comunicação Social do Campus Bom Jesus do Itabapoana