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Polo de Inovação do IFF é elevado à categoria de Unidade

Rede Federal

Representando a oficialização do estágio de amadurecimento da unidade, a partir de 2022 será executado um Plano de Ação de seis anos.
por Comunicação Social da Reitoria publicado 27/08/2021 12h00, última modificação 31/08/2021 11h14
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Polo de Inovação - Bloco A (Foto: Pablo Nascimento)

 Situado à margem direita do Rio Paraíba do Sul, na BR 356, Km 158, no norte do estado do Rio de Janeiro, o Polo de Inovação Campos dos Goytacazes (PICG) conta com dezenas de parceiros formalizados, distribuídos por todas as regiões do Brasil e ainda do exterior, inserindo definitivamente o Polo de Inovação do Instituto Federal Fluminense (IFF) no Sistema Brasileiro de Ciência, Tecnologia e Inovação.

 Em recente relatório de avaliação de desempenho realizada pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), o PICG foi elevado à categoria de Unidade, o que representa a oficialização de seu estágio de amadurecimento.

  O atual diretor de Inovação Tecnológica, Rogério Atem, conta como o Polo vem sendo avaliado. "O PICG esteve entre os cinco primeiros polos de inovação aprovados na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica em 2015, sendo que desses, apenas um, o do Instituto Federal do Ceará (IFCE), já foi considerado imediatamente como unidade madura na época. Assim, o PICG foi classificado, junto com os outros três, como Unidade em Estruturação. Posteriormente, em 2018, o PICG foi elevado a Unidade em Consolidação, já por apresentar desempenho compatível com esse status".

 Rogério ressalta que "em função da positiva avaliação dos indicadores até dezembro de 2020, foi elevado à categoria de Unidade, ombreando, assim, finalmente, com as unidades mais maduras do país, sob o ponto de vista operacional e técnico". 

 O reitor do IFFluminense, Jefferson Manhães de Azevedo, parabeniza o "excelente trabalho e contribuição para o desenvolvimento da região" e afirma que "esse novo status que o Polo recebeu demonstra, em primeiro lugar, a qualidade do trabalho que vem sendo realizado pela Instituição, pela equipe, e, também, a robustez deste projeto de inovação tecnológica que tanto já contribuiu e vai contribuir para fortalecer o tecido produtivo da região, junto às organizações sociais, às empresas".

 A partir de 2022, com esse novo status de Unidade, será executado um Plano de Ação de seis anos e não mais os planos de três anos, como as unidades ainda em amadurecimento executam. 

 Para o diretor da Unidade, Henrique da Hora, a elevação de categoria "significa novas e maiores responsabilidades, mas também novas oportunidades, bem como um horizonte de planejamento e execução mais seguro para a instituição". Já para o diretor de Inovação Tecnológica, Rogério Atem, tal reconhecimento "representa o fruto de anos de trabalho de uma equipe que aprendeu com erros e acertos, mas que ao fim resultou em crescimento para a unidade e para o Instituto, trazendo resultados também para toda a área de influência do IFF". 

Panorama Histórico

 Com o objetivo de possibilitar o desenvolvimento de atividades de pesquisa e extensão associadas ao sistema do Instituto Federal Fluminense, especialmente ao Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental, a Unidade de Pesquisa e Extensão Agroambiental (Upea) foi inaugurada em 22 de outubro de 2007.

 Em 2012, a unidade adquiriu autonomia administrativa para conduzir suas ações dentro do perfil no qual foi criada e passou a se denominar Campus  Rio Paraíba do Sul/Upea.

 Já em 2015, o campus deu um grande salto com sua transformação em Polo de Inovação Embrapii em Instituto Federal (Peif), sendo certificado para Monitoramento e Instrumentação Ambiental e, como consequência,  foi incorporada à sua estrutura o Centro de Referência em Sistemas Embarcados e Aeroespaciais (CRSEA). 

 Tais ações fizeram do PICG um Centro Multiusuários consolidado, onde são desenvolvidas ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PDI), extensão tecnológica e ensino. Seu objetivo central é ser o braço executivo e da política de PDI do Instituto, além de apoiar o setor produtivo e ICTs parceiras na execução de projetos de PDI, prestar serviços tecnológicos e disseminar conhecimento associado às suas áreas de atuação.

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