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Memórias de vidas no campo: A revolução verde e as transformações nas “Artes de Fazer e Conviver” dos trabalhadores de bairros rurais da Serra Fluminense (Nova Friburgo e Sumidouro) (1950-2000)

por Campus Avançado Cambuci publicado 02/09/2020 11h00, última modificação 02/09/2020 11h00

PIBIC CNPq / ICJ CNPq (2016-2018)

Coordenador: Gabriel Almeida Frazão.

RESUMO: O projeto é fruto do anseio de se entender melhor o processo de histórico mais recente de formação e de desenvolvimento de regiões rurais do Estado do Rio de Janeiro e se ancora na linha de pesquisa: Linguagem, Identidade e Memória do Rural Fluminense do Núcleo de pesquisas e estudos sobre as ruralidades fluminenses (IFF/CNPq). Ele tem como objetivo principal: analisar as transformações nas práticas econômicas, sociais e culturais dos trabalhadores de duas regiões rurais dos Municípios da Região Serrana Fluminense, nos últimos 50 anos do século XX. O principal referencial teórico-metodológico da pesquisa, de caráter qualitativo, baseia-se na História Oral. Por meio dela, pretende-se pesquisar a realidade econômico-social e a memória social/coletiva de tais comunidades utilizando os conceitos de “táticas, estratégias, modos de ser, de fazer e de conviver” elaborados por Michel Certeau. A equipe visitou as áreas propostas, entrevistando, com base no roteiro temático, construído para versão anterior, outras famílias mais antigas dessas regiões. Em seguida, deu-se o processo de transcrição, de análise, e da disponibilização desse material para instituições regionais de pesquisa, parceiras da dessa proposta. Espera-se que, por meio das ações deste projeto, o Campus possa: formar e disponibilizar à sociedade um corpus mínimo que auxilie nos estudos sobre a história, as práticas agropecuárias e as relações sociais das comunidades rurais estudadas; promover o debate sobre as consequências locais da Revolução Verde; e levar a uma reflexão sobre o uso indiscriminado dos agrotóxicos, uma prática corrente nessas regiões. O projeto foi premiado por dois anos consecutivos (2018-2019), no Encontro de Trabalhos Acadêmicos da Região Serrana (ETARSERRA).

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