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Campus Bom Jesus recebe palestra sobre ouvidoria e corregedoria do IFF

por Erika Vieira, da Comunicação Social do Campus Bom Jesus do Itabapoana publicado 21/10/2026 15h35, última modificação 21/10/2026 15h44
Objetivo do evento foi apresentar os setores e orientar a comunidade sobre a atuação de cada um deles.
Rayane e Nayara

Rayane e Nayara já visitaram e ainda visitarão outras unidades do IFF para diálogo com a comunidade.

O Instituto Federal Fluminense Campus Bom Jesus do Itabapoana recebeu, nessa terça-feira, dia 20 de outubro, a visita da ouvidora Nayara Batista e da corregedora Rayane Berriel, para uma momento de diálogo com a comunidade acadêmica. O objetivo foi apresentar as atribuições dos setores, as formas de atuação, fluxos, orientações e proporcionar um momento de esclarecimento de dúvidas para estudantes e servidores.

“Estamos fazendo esse trabalho não só para explicar como funcionam as ferramentas, mas também nos aproximarmos da comunidade", disse Nayara. A ouvidora explicou como o setor trata os pedidos de informação e manifestações de ouvidoria, recebidos por meio do portal falabr.cgu.gov.br, e deu orientações sobre aspectos importantes a serem considerados nos envios, destacando a necessidade de fornecer informações claras e objetivas nos relatos. 

Nayara falou sobre todas as manifestações de ouvidoria, que incluem reclamação, solicitação, sugestão, elogio ou denúncia e informou que todas devem estar relacionadas às atividades desenvolvidas pelo IFF. Ela também apresentou os fluxos seguidos pelo setor para cada uma delas, explicando que a falta de informações e/ou envios anônimos podem eventualmente impossibilitar o adequado tratamento da solicitação.

A corregedora do IFF, Rayane Berriel, começou sua fala explicando o que a corregedoria não é. Esclareceu que não é um setor com finalidade meramente punitiva, uma instância de perseguição, nem um substituto da gestão das unidades do Instituto. "Nosso objetivo é, principalmente, educativo, em especial por estarmos em uma instituição de educação. A intenção é que todos tenham conhecimento suficiente para que não cometam irregularidades", considerou. Ela também falou sobre o que a corregedoria faz: recebe denúncia de condutas de servidores, faz juízo sobre a possibilidade de aceitar a denúncia, instaura procedimentos investigativos e processos acusatórios, além de desenvolver ações educativas.

Rayane ressaltou, ainda, a necessidade de agir com responsabilidade em relação às denúncias registradas, explicando detalhes sobre os fluxos dos processos, em especial dos Processos Administrativos Disciplinares (PAD). Encerrando sua fala, convidou a comunidade a desenvolver um estudo de caso, avaliando a pertinência de uma denúncia recebida. Os presentes foram capazes de reconhecer as falhas no relato, que não fornecia informações suficientes para a correta condução do pedido. Por fim, foi disponibilizado um momento para dúvidas, com questionamentos dos servidores e compartilhamento de experiências daqueles que já haviam participado de comissões de análises.

Para mais informações sobre os setores, acesse as páginas da ouvidoria e da corregedoria no Portal do IFF.