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Reeleito diretor-geral, Carlos Alberto diz que vai priorizar saúde do servidor e dos alunos

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O atual gestor do IFF Campos Centro teve 46,69% dos votos válidos e ficará no cargo até 2024.
por Vitor Carletti / Comunicação Social do Campus Campos Centro publicado 17/12/2019 11h03, última modificação 17/12/2019 11h03
Carlos Alberto no momento do registro do voto.(Foto: Letícia Cunha)

Carlos Alberto no momento do registro do voto.(Foto: Letícia Cunha)

A saúde e o bem-estar de servidores e alunos serão prioridades da segunda gestão do professor Carlos Alberto Henriques, que foi reeleito diretor-geral do Campus Campos Centro, do Instituto Federal Fluminense, na eleição realizada no dia 11 de dezembro.

Carlos Alberto teve 46,69% dos votos válidos, enquanto o professor Luís Felipe Umbelino, que disputou pela primeira vez as eleições, obteve 16,68%.

A segunda gestão de Carlos Alberto terá início em abril de 2020. Antes, o professor reeleito diretor-geral adiantou as primeiras medidas que serão tomadas.

ASCOM - A partir de abril, quais serão as primeiras medidas da gestão?

Carlos Alberto – Primeiramente, eu gostaria de agradecer a todos que confiaram com o voto na nossa equipe, não só o diretor, mas de toda a gestão que sempre fizemos tudo muito juntos. A gente termina esse ciclo em abril e têm ainda algumas coisas para terminar.

A partir de abril e até antes um pouco, vamos fazer uma avaliação da gestão. Já conversei com a equipe e vamos ter que rever os pontos fortes e principalmente os pontos fracos. Esta eleição serviu para a gente ter um olhar mais profundo da nossa instituição que às vezes o dia a dia não deixa que a gente tenha esse olhar. E essas visitas que nós fizemos aos setores e com uma conversa mais próxima aos servidores conseguimos detectar muita coisa e vamos fazer uma avaliação.

Acho que toda gestão não é 100%. Têm os avanços e coisas que precisam ser melhoradas. E a gente tem essa visão. A partir de abril, nós vamos reformular algumas coisas e conseguir fazer com que todas as dificuldades que a gente teve de realizar e alguns acertos que precisam ser feitos, a partir de abril, vamos trabalhar para melhorar nossa escola.

Mas quais medidas concretas serão prioridades?

A primeira medida que a gente está planejando é a reestruturação da equipe. A segunda é trabalhar a saúde mental dos nossos servidores e alunos também. Vamos tomar algumas atitudes como traçar um plano de atuação. Já fizemos um levantamento sobre a evasão (escolar) e da retenção dos alunos e vamos colocar em prática. Vamos dar prioridade ao curso de doutorado que está vindo agora e os mestrados que estão em andamento. Outra coisa que está sendo feita já é o restaurante, que até abril estará avançado. A (nova) portaria que será colocada agora e a biblioteca também.

Carlos Alberto no momento do registro do voto.(Foto: Letícia Cunha)

Você falou em mudanças na equipe. Vai ter mudanças nas diretorias? Pode adiantar algumas?

Com certeza. Não posso adiantar porque vamos conversar ainda e trazer tudo o que a gente ouviu da comunidade e fazer uma avaliação onde teremos que interceder, onde a gente continua. Acredito que essa avaliação será feita logo após o retorno das aulas.

Como fica o diálogo com a Reitoria nos próximos quatro anos?

A questão do diálogo com a Reitoria a gente sempre teve. Pode não ter sido um diálogo agradável. Mas acredito, que na próxima gestão, o nosso diálogo seja mais produtivo. A gente espera que, a com essa nova fase aí, o diálogo – a gente sempre teve – pode ser que um diálogo que não afinou, mas a partir desse novo mandato, queremos afinar esse diálogo para que as coisas sigam com projetos institucionais.

E nos próximos quatro anos, você pretende enxugar os custos devido ao cenário nacional?

Pelo que a gente tem notícia o Orçamento ficou o mesmo. A ideia nossa não é enxugar (os custos). É conseguir parcerias para conseguir executar as nossas ações. A exemplo disso vamos receber agora 350 placas de energia solar do MEC, já está empenhado inclusive. E isso vai fazer com que tenhamos economia na nossa energia.

Pretende manter os servidores terceirizados e os contratos?

Com certeza. A gente não pretende mandar ninguém embora. Até porque a gente precisa até de mais pessoal. Colocamos o Bloco G para funcionar e não contratamos mais gente.