Notícias
Solidariedade
Servidores e estudantes fazem doação de sangue
Para doar não é preciso estar em jejum, na ingesta de gordura, deve-se aguardar três horas até doar (Foto: Diomarcelo Peçanha/Ascom).
O ônibus do Hemocentro do Hospital Ferreira Machado esteve mais uma vez no Campus Campos Centro do Instituto Federal Fluminense (IFF) para receber doações de sangue. O convite foi feito pela Sicoob Fluminense, que contou com a parceria do campus. Estudantes e servidores responderam bem à oportunidade de prestar solidariedade ao banco de sangue que atende ao interior fluminense, incluindo a emergência do Ferreira (que também tem atendimento regional).
A médica Yasmim Monteiro, responsável pela atividade do ônibus durante a permanência no IFF, informou que após a pandemia de Covid-19 diminuiu o número de doadores. Ela acredita que pode ser por algum receio. Nas campanhas de doação e nas ações com o ônibus pela comunidade, as pessoas veem que é seguro doar, contribuindo, dessa forma, para o objetivo de manter um estoque recomendável de bolsas de sangue.
- Uma grande parte das doações que a gente tem vem do ônibus. Nas coletas externas a gente consegue um número bom de doações para o banco de sangue. Em Campos, às vezes, é um pouco mais fraco, até porque tem o Hemocentro também. Muitas pessoas preferem ir ao Ferreira Machado. Mas as coletas externas são boas - detalha a médica informando, ainda, que nesse tipo de ação, o Hemocentro chega a receber até 30 bolsas.

Bem Indescritível - A servidora Sandra Maria dos Santos Silva não pode doar, mas esteve no local para incentivar os colegas. "Isso é excelente, pois os bancos de sangue estão sempre com estoques reduzidos, especialmente o tipo A positivo. Cada doação pode salvar até três vidas" - observa ela.
A servidora Letícia Aroeira além de participar dá seu testemunho de superação do receio que tinha antes. "Na verdade, o que me encorajou foi uma irmã de uma colega aqui do IFF. Ela precisava, no momento, e eu tomei coragem e fui doar. É muito tranquilo. Eu acho que faz um bem tão indescritível, né? A gente, sempre que possível, deveria fazer a doação" - destaca ela.
Outra incentivadora é a aluna da Engenharia de Controle e Automação Ana Carolina Azevedo Gomes.
- Eu acho incrível porque, muitas das vezes, a gente não tem tempo, na correria do dia a dia, pra ir lá no Ferreira. Então, tendo algo mais perto, no intervalo de uma aula ou outra, a gente consegue ter esse tempo pra conseguir vir doar. Eu acho ótimo porque dá oportunidade a outras pessoas de lembrarem que tem que doar, e que é importante, que faz diferença.