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Campus Guarus discute promoção da equidade na abertura do Conepe

Conepe

Em sua quinta edição, o Congresso de Ensino Pesquisa e Extensão do Campus Campos Guarus segue até o dia 18 de outubro com vasta programação aberta ao público.
por Comunicação Social da Reitoria publicado 17/10/2018 00h00, última modificação 17/10/2018 16h27
Exibir carrossel de imagens O congresso conta com 1600 inscritos

O congresso conta com 1600 inscritos

 O V Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão (Conepe) do Campus Campos Guarus do IFF foi aberto oficialmente na última terça-feira, 16 de outubro. Este ano, acompanhando a temática nacional da Semana de Ciência e Tecnologia, o evento discutirá a "Ciência para promoção da equidade".

 Repetindo o sucesso dos outros anos, essa edição conta com mais de 1600 inscritos, mais de 300 trabalhos aceitos para apresentação oral e banner e 40 projetos práticos. O evento está recebendo participantes de diversas instituições públicas e privadas de todo país, além da representação dos demais campi do IFFluminense.

 Durante os três dias de evento, a programação conta com palestras, minicursos, oficinas, apresentações de projetos práticos, trabalhos acadêmicos e apresentações culturais. "A participação em massa dos nossos alunos é muito significativo para o sucesso desse evento. Além disso, temos inscritos de outros campi do IFF e de outras instituições de ensino", pontuou Rogério Avellar, Diretor de Pesquisa, Extensão e Inovação do campus.

 A palestra de abertura foi ministrada pela consultora do Comitê da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Mychelle Alves Monteiro, que discorreu sobre o tema "A experiência de uma instituição de Ciência e Tecnologia em Saúde na Promoção da Equidade".

 "Primeiro, eu gostaria de parabenizar o IFF por tratar a questão da equidade. Nós estamos falando mais sobre isso dentro das instituições de ensino superior e essas oportunidades nos fazem ver a importância do tema. As mulheres e os negros estão menos inseridos na ciência. As mulheres, mesmo capacitadas, ocupando poucos cargos, e os negros por causa da baixa escolaridade. Essa diversidade entre os alunos que eu estou vendo aqui hoje nessa escola nós não tínhamos há 17 anos, quando eu fazia faculdade  na UFRJ e era a única aluna mulher e negra numa turma de Química Industrial, com 20 alunos", contou Mychelle.